Esquema de recuperação: burlões voltam a contactar vítimas a prometer devolver o dinheiro perdido
A Polícia Judiciária alerta para uma segunda vaga de burla dirigida a quem já foi vítima. Os criminosos contactam a pessoa (por vezes a mesma rede que aplicou o primeiro golpe) a fingir-se de advogado, entidade reguladora ou até inspetor da PJ, prometendo recuperar o dinheiro perdido. Em troca, exigem o pagamento adiantado de "taxas", "impostos de libertação de fundos" ou "custos processuais" — e a vítima é burlada uma segunda vez.
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Como reconhecer
- Contacto inesperado de alguém que sabe que já foi burlado antes
- Promete recuperar o dinheiro perdido — algo que nenhuma entidade garante
- Pede um pagamento adiantado para "desbloquear" ou "libertar" os fundos
- Faz-se passar por advogado, regulador, polícia ou plataforma de recuperação
- Cria urgência: "a janela para recuperar o dinheiro fecha em breve"
O que fazer
Nenhuma autoridade ou empresa legítima pede dinheiro adiantado para recuperar fundos roubados. A PJ e os tribunais nunca cobram taxas por telefone ou email. Desligue, não pague nada e denuncie em queixaselectronicas.mai.gov.pt. A recuperação só é possível por via oficial (banco e queixa formal).